Crónicas da história. Aventuras, curiosidades, insólitos, ligações improváveis... Heróis, vilões, vítimas e cidadãos comuns, aqui transformados em protagonistas de outros tempos.
Crónicas da história. Aventuras, curiosidades, insólitos, ligações improváveis... Heróis, vilões, vítimas e cidadãos comuns, aqui transformados em protagonistas de outros tempos.
O monumento conta a tragédia que ali ocorreu em novembro de 1833, mas tem gravados nomes que, soube-se mais tarde, conseguiram escapar com vida ao massacre. Catorze anos depois, as ossadas (...)
Uma manada com 40 animais, escolhidos entre os mais robustos que se apresentavam à venda, constituiu o trunfo da Companhia das Lezírias do Tejo e do Sado para criar uma raça de vacas (...)
Este alcacerense nascido em 1560 aprendeu em Roma com os melhores do seu tempo e tem obras grandiosas espalhadas por todo o País. Curioso é que, a juntar a todas estas representações (...)
Durante mais de um século, os portugueses foram o principal grupo de imigrantes a chegar ao Brasil. Vagas consistentes, sobretudo de homens jovens, muitos sem documentos, foram em busca de uma (...)
Com o continente em guerra e o País rejubilante por causa da comemoração os centenários e da Exposição do Mundo Português, seria de esperar que os nossos governantes tivessem o (...)
Passeio por entre monumentos funerários, seguindo as pistas deixadas pelos finados sobre aquilo que foram em vida e a forma como querem ser recordados por quem cá fica. Onde se prova (...)
Uma urna construída de propósito para ser aberta sem deixar rasto, gente armada escondida onde os votos ficaram guardados, muitas suspeitas e algumas ameaças marcaram as eleições em (...)
Em Portugal há diversos territórios que não se resignaram a perder a independência ou que renegaram os municípios que lhes calharam em sorte nas reformas administrativas. Em alguns (...)
O homem que ficou conhecido como Zé Rato terá sido o último grande salteador do Alentejo. Com a sua quadrilha, roubava aos ricos lavradores tudo aquilo a que conseguisse deitar a mão, (...)
Se, de repente, uma cidade deixa de ser relevante e, em simultâneo, precisamos de povoar outro local, porque não transferir essa cidade para a geografia onde faz falta, mesmo que seja do (...)
A Guerra Civil Americana estava a dois meses do seu desfecho quando uma nação neutral ousou disparar contra um navio da União, criando um conflito diplomático que podia ter acabado mesmo (...)
As mulheres, como se sabe e desde tempos imemoriais, são fonte das maiores imoralidades e perturbações da pura alma masculina. Não admira, pois, que, a somar a todas as restrições que (...)
Moedas, pulseiras, brincos e pregadeiras em ouro e prata…Cerca de uma centena de objetos retorcidos e fragmentos indistintos compõem a triste memória dos que pereceram na fornalha em que (...)
À luz dos nossos dias, as proezas fora da lei do Papa Assucar, da companheira, Bicha Brava, e de toda a volumosa quadrilha que o apoiava podem parecer quase ingénuas, mas o seu nome (...)
Martina Maldonado escreveu aos monarcas suecos candidatando-se para receber um Prémio Nobel, algo que foi arrojado mas insensato, pois fez com que fosse automaticamente excluída das (...)
Os escritores são homens e, como tal, diz a sabedoria popular, são conquistados pelo estômago. Poderá ser, mas, em meados do século XIX, em Portugal, eram os escritores que usavam a (...)
O que dizer de um homem que foi rei e imperador, representou a mudança de regime em duas nações em diferentes hemisférios, para depois abdicar de ambas as coroas? Um homem que (...)
D. Pedro V queria apenas o melhor para homenagear a sua noiva. Para um rei contido, como este filho de D. Maria II, foi algo de extravagante a encomenda de uma riquíssima tiara com (...)
Portugal foi a última paragem no vasto itinerário pelas monarquias europeias que o rei do Sião empreendeu, corria 1897. Com um périplo tão longo, chegou a Lisboa compreensivelmente (...)