Crónicas da história. Aventuras, curiosidades, insólitos, ligações improváveis... Heróis, vilões, vítimas e cidadãos comuns, aqui transformados em protagonistas de outros tempos.
Crónicas da história. Aventuras, curiosidades, insólitos, ligações improváveis... Heróis, vilões, vítimas e cidadãos comuns, aqui transformados em protagonistas de outros tempos.
Este alcacerense nascido em 1560 aprendeu em Roma com os melhores do seu tempo e tem obras grandiosas espalhadas por todo o País. Curioso é que, a juntar a todas estas representações (...)
“Na amurada dum veleiro, no peito dum marinheiro que, estando triste, cantava”… Mais de meio século, separam esta pintura de Constantino Fernandes e a gravação que Amália Rodrigues (...)
Insinuantes, irreverentes, ingénuas, enigmáticas e belas, mas nunca banais. Assim eram as mulheres que Jorge Barradas (1894 – 1971) criou em milhares de ilustrações, desenhos, (...)
Muito têm que contar os retratos dos reis de Portugal expostos na Moita. Destinada à hospedaria de um convento, a coleção foi nacionalizada, esquecida, desprezada, desmembrada e (...)
Muito antes do portuguesíssimo Restaurador Olex andar nas bocas – e sobretudo nas cabeças – de toda a gente, a Tintura de Buckingham era uma das alternativas para a antiquíssima e (...)
A luz, refletida infinitamente nas águas do mar ou de um qualquer rio, espelhos vibrantes de cor e vida. Aqui e ali, veem-se embarcações, grandes velas, umas enfunadas pela brisa que se (...)
Corpos verdadeiros, com formas e cores reais, palpitantes até, como se respirassem, sentissem, vivessem. Assim eram os nus de Emília dos Santos Braga (na imagem), que teve a ousadia de (...)
O enorme fardo de palha lentamente desmanchado domina toda a imagem e monopoliza a nossa atenção. Mas, esta bela aguarela de Roque Gameiro mostra muito mais daquela Lisboa perdida que o (...)
Reis e rainhas; príncipes e princesas; exércitos armados; povo na sua labuta diária; castelos e serras; caça, festas…e o Adamastor. A história de Portugal conta-se aos (...)
Luz. Todas as cambiantes de luz que se possa imaginar. Diferentes, encantadoras, hipnotizantes, inebriantes fontes de luminosidade que destacam as figuras, fazendo-as brilhar, ou as escondem (...)
Leve, fresca, deslumbrante. Uma beleza aparentemente ingénua, numa pose estudada para parecer despreocupada, espontânea. Assim é Carlota, qual Scarlet O’Hara de E tudo o vento levou, (...)
Naquele negro ano de 1918, a mais fina flor da sociedade lisboeta vibrou com as linhas, o ritmo, a autenticidade histórica e as formas femininas, traçadas pelo artista cuja morte certa era (...)